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sábado, 29 de setembro de 2012

Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação

Há muito não tenho postado no blog. Hoje estou trazendo um artigo o qual apresentei no congresso da Intercom: Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, em Fortaleza. No trabalho eu busquei refletir sobre a prática pedagógica dos educadores enquanto mediadores da inserção das novas tecnologias na sala de aula. Mostro os desafios e perspectivas deles em compreender a utilização dessas tecnologias  na educação como possibilidade de novas práticas de ensino e letramento digital dos educandos.
Abaixo segue o link do artigo completo.
Boa leitura e reflexão!!!

http://www.intercom.org.br/sis/2012/resumos/R7-0032-1.pdf

sábado, 3 de março de 2012

Quarto dia, segunda parte: Palestra: Novas Tecnologias na sala de aula

A palestra do dia 31/01 contou com a presença de 14 pessoas, todos professores. Apresentamos slides apontando trechos de uma cartilha sobre tecnologias na escola, do autor Saebre, ano 2010. Foi discutido com o público temas como: orientação dos pais ao uso da internet pelos filhos; medo de usar aparatos tecnológicos em sala de aula pelos professores; a falta de acesso à internet em algumas escolas do município, o que limita o trabalho no computador; o perigo do mau uso do computador pelos jovens. Mostramos que as novas tecnologias na escola funcionam não apenas como ferramenta de pesquisa e comunicação, mas também como elemento de motivação.
Questionamos ao público sobre a inclusão digital do município; se as escolas possuem computadores; e, se os professores já utilizaram das ferramentas tecnológicas para ministrar aula. As respostas mostraram que algumas escolas possuem computadores, mas muitas não têm internet. Além disso, a maioria dos professores não sabe como utilizar pedagogicamente as tecnologias. Finalizamos a palestra com a apresentação de blogs, ratificando que o mesmo é uma ferramenta de motivação que explora tanto a escrita quanto a leitura. Com isso, foi mostrado rapidamente como criar um blog, no qual o público ficou interessado.





Último dia das atividades de educação.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Novas tecnologias exigem novos conteúdos

Para Ana Teresa Ralston, diretora da tecnologia de educação e formação de professores da Abril Educação, ao se trabalhar com soluções digitais é preciso entrar em sintonia com a linguagem do aluno, além de ser necessário também orientações pedagógicas que transformem o trabalho em algo significativo e não apenas se torne uma distração.

Nesse contexto, apresentamos mais um artigo sobre o uso das novas tecnologias na sala de aula, as quais podem ser eficazes quando há planejamento e formação do professor naquilo que será ministrado através de uma mídia. Não adianta mudar a plataforma de ensino para ensinar um conteúdo sem uma mudança na forma de abordagem. Essas mudanças podem ser significativas para o processo de aprendizagem dos alunos, uma vez que são novas plataformas que podem facilitar a explicação de um conteúdo, diferindo do método tradicional – lousa, professor, aluno.

Abaixo segue uma entrevista com Ana Teresa Ralston para a revista Veja sobre tecnologia na educação. Disponível em: < http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/novas-tecnologias-exigem-novos-conteudos >



O mercado editorial e as empresas de sistemas de ensino começam a se preparar para uma nova realidade: a do livro didático digital. Com dispositivos como laptops, e-books e iPads, um novo cenário se apresenta para a educação. E também novos desafios. “Novas tecnologias requerem novos conteúdos”, diz Ana Teresa Ralston, diretora da tecnologia de educação e formação de professores da Abril Educação - grupo que reúne editoras e sistemas de ensino e é controlado pela família Civita, que também é dona da editora Abril, que publica VEJA. Convidada a falar sobre o tema em um painel especial da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que se encerra neste domingo, a especialista, diz que ainda é preciso investir tempo e recursos para criar um livro didático 100% digital e multimídia. Confirma a seguir os principais trechos da entrevista.
O futuro do livro é incerto, mas o processo de digitalização já começou, com os e-books, iPads e outros dispositivos. Em relação às obras didáticas, o que é possível constatar?
É possível dizer que temos uma revolução escondida. Uma revolução que já começou, mas que escapa à nossa observação porque acontece no processo de produção do livro didático. Ao produzi-lo, já utilizamos todos os artefatos tecnológicos disponíveis. Porém, o que se analisa agora é quando isso estará presente na versão final do livro, ou seja, quando ele será completamente multimídia e virtual. Muitos estudiosos apontam que a educação levará mais tempo do que outras áreas para incorporar todas essas inovações.
Qual a razão dessa demora?
No meio educacional, as tecnologias demoraram mais a serem incorporadas, em virtude das mudanças que elas imprimem nos padrões, na formação dos educadores, na produção do material de apoio e na infraestrutura das escolas. Novas tecnologias requerem novos conteúdos, e, para isso, é preciso profissionais capacitados, preparados para produzir esse novos conteúdos. Além disso, o professor que irá usar essas ferramentas também precisa ser formado para a essa tarefa.
Então, o que ocorre nesse processo não é a simples digitalização do conteúdo impresso, mas, sim, a criação de novos conteúdos.  
É importante lembrar que, quando falamos desse processo, abordamos três elementos distintos: o livro didático impresso, o livro didático impresso digitalizado - e isso já fazemos - e o livro 100% virtual. Nesse último, o que ocorre não é a simples transferência do impresso para o digital. É uma outra comunicação, que acontece em outra mídias. E acho que esse é o grande desafio: a maneira como organizamos os conteúdos na mídia impressa é diferente da maneira como o fazemos na mídia digital.
Esse novo tipo de conteúdo, mais familiar aos alunos que já utilizam as tecnologias fora da sala de aula, pode alimentar o interesse dos estudantes pelo que se ensina nas escolas?
Quando trabalhamos com soluções digitais, procuramos entrar em sintonia com a linguagem do aluno. Mas essas soluções precisam ser utilizadas com orientação pedagógica para que sejam significativas. Caso contrário, viram só distração.
Como evitar que o livro didático digital seja uma armadilha? 
Eu costumo dizer que o meio digital evidencia uma aula mal dada. Às vezes, temos uma aula que não foi a ideal, mas não há registros dela. Já com a tecnologia digital tudo fica registrado. Então, é preciso usá-la para enfatizar boas práticas, para ilustrar situações que não seriam possíveis de outra forma. A tecnologia é um recurso poderoso, viável e possível e não deve ser usado como enfeite. Para isso, é importante pensar quais recursos são relevantes para esse novo ambiente. Caso contrário, retira-se essa relação afetiva que temos com o papel e com a leitura sem adicionar nenhum ganho.
Quais podem ser os ganhos da adoção da tecnologia na educação? 
São as possibilidades de interação, de animação, de ilustração, de relacionar os conteúdos e fazer pesquisas. Em disciplinas como química, física e biologia, por exemplo, é possível simular situações. O professor pode ainda trabalhar infográficos de tempos históricos e evoluções geológicas. Pode trabalhar com pesquisas imediatas dos assuntos que estão sendo trabalhados naquele momento. É possível estimular o aluno para a possibilidade de troca, de colaboração, de construção do conteúdo em conjunto. Esse tipo de habilidade e competência é uma demanda do mercado de trabalho. E se o aluno começar a vivenciar isso no mundo da escola, ele vai poder ter essa habilidade como algo natural no mundo do trabalho.
Quais as dificuldades envolvidas na criação de um livro didático multimídia? 
Precisamos conceber um produto diferente, não apenas digitalizar o que já existe. Além disso, precisamos viabilizar o acesso a todas as escolas brasileiras, nos mais remotos lugares. Aí, temos o desafio da entrega – e também da produção. Hoje, apenas começamos a trabalhar com alguns componentes agregados, ou seja, a pensar conteúdos de forma integrada.
As empresas de sistemas de ensino já estão se preparando para essa nova realidade?
Já. A digitalização de livros e apostilas já existe. O que começamos a fazer agora é desenvolver o material integrado: o meio impresso e o meio digital. O esforço é na produção de conteúdos virtuais, cada vez mais relevantes, integrados e efetivos. Ainda não pensamos em um produto 100% digital porque pensamos antes no material impresso, e depois partimos para o virtual. Acredito que pensar a totalidade do produto no ambiente virtual seja o nosso próximo passo.
Alguns especialistas pregam o fim do livro tal como nós o conhecemos, enquanto outros defendem que, apesar dos avanços tecnológicos, ele jamais deixará de existir. Quais são suas previsões? 
Acho que ainda é cedo para previsões. Contudo, é hora de pensar nas evoluções da integração das mídias e se preparar para elas. Particularmente, não acredito que teremos uma mídia só. Aposto em uma segmentação. Nós pensaremos sobre qual a melhor forma de transmitir cada conteúdo. Ainda temos gerações que possuem uma relação muito próxima com o livro e alguns conteúdos seguirão sendo consumidos na mídia impressa. O que talvez tenha mudado é que hoje avaliamos o conteúdo antes de consumi-lo. Então, baixamos um livro no Kindle, por exemplo, e, se gostamos da leitura, compramos a versão impressa.

sábado, 28 de maio de 2011

O twitter como ferramenta pedagógica

Mais uma vez as plataformas tecnológicas podem auxiliar no ensino-aprendizagem. Desta vez, pesquisadoras da Universidade Nacional de La Plata, na Argentina, mostram a partir de uma investigação, as possibilidades didáticas sobre o uso do Twitter como ferramenta pedagógica para trabalhar a produção de textos.

Abaixo segue a reportagem na íntegra:
Por Camila Monroe e Anderon Moço, da Revista Nova Escola. 


No artigo Culturas Escritas y Escuela: Viejas e Nuevas Diversidades, as pesquisadoras Natalia Zuazo e Mirta Castedo argumentam que o Twitter é uma ferramenta tecnológica que permite trabalhar com versões reduzidas de diferentes gêneros textuais, como notícias e contos, escritos em até 140 caracteres.
Na entrevista a seguir, as pesquisadoras falam sobre a produção de microcontos no site, comentam as intervenções do professor nesse processo e abordam a relação imediata entre autor e leitores, que caracteriza as publicações na rede social.

Em sua pesquisa, vocês tratam das possibilidades de interação entre o leitor e os autores na Internet. Isso também acontece no Twitter?
NATALIA ZUAZO Sim. No Twitter temos uma visão muito clara do autor. Ele escreve em primeira pessoa, vemos sua foto, o dia e a hora em que escreve. A ferramenta permite uma interação imediata, não editada, que vai construindo conjuntamente a história.

E como isso contribui com o trabalho em sala de aula?
MIRTA CASTEDO Depende do trabalho planejado. Se você propõe que a turma siga um autor, é relevante saber quem diz o quê, como ele está mudando ou mantendo o que diz. Se a proposta é seguir um tema, o foco será a argumentação. Se o trabalho é com uma seleção de tuítes literários, vale comparar os recursos da ferramenta com outros contos breves de autores consagrados. Talvez seja possível descobrir que alguém escreve como Monterroso [escritor guatemalteca, autor de "A ovelha negra e outras fábulas"] ou como em alguns contos breves de origem oriental.

É possível trabalhar os conteúdos de Língua Portuguesa utilizando o Twitter em escolas sem computadores ou acesso à Internet?
NATALIA Além da plataforma, que funciona como uma mistura de blog (porque publicamos textos cronologicamente, sempre com o mesmo autor) e de rede social (porque seguimos e somos seguidos pelos outros), faz parte da natureza do Twitter o imediatismo da publicação - escrevemos, publicamos e somos lidos, instantaneamente. Esse imediatismo condiciona a forma como os tuítes são concebidos. Por isso, não sei se faz muito sentido escrevê-los off-line e depois publicá-los quando tivermos acesso a um computador. No suporte online, a construção da história também se dá pelas interações com outras pessoas, que se misturam com o que escrevemos. Se não estamos online para ir construindo as histórias, um recurso importante da plataforma é desperdiçado.
MIRTA Não podemos esquecer que uma escola é uma escola. Isso significa que o grau de transformação das práticas sociais de referência na escola varia em função dos propósitos de ensino. Por isso, é indispensável mergulhar na prática e, depois, quando já se conhece a prática, o professor pode "parar" a ação para analisá-la. Nesse caso, tanto faz estar online ou não, porque é possível trabalhar com a análise de tuítes, sem produzi-los em tempo real.

É importante estudar modelos de microcontos antes de se começar o trabalho?
NATALIA Acho que é preciso estudar que características tornam um microconto bom. O Twitter oferece boas oportunidades para se estudar o gênero, sua história e ler contos curtos.
MIRTA Colocamos os alunos para produzir e, ao fazermos isso, ajudamos a turma a refletir sobre "como se faz", "por que", "sob quais condições", "quais são os efeitos" etc. Dessa forma, construímos modelos de produção e modelos de produtos. Não se trata apenas de mostrar e de explicar, mas de fazer (ler, escrever, responder, contra-argumentar) e refletir sobre o que se faz. Algo muito importante nesse contexto é fazer comparações: comparamos os tuítes com os relatos mínimos em papel preexistentes; a ironia no tuíte com a ironia em uma nota de jornal; a metáfora do tuíte com a da lírica. Porque o tema em questão não é somente o Twitter, mas a cultura escrita.



Modificar os textos é um ponto importante sobre a utilização do Twitter em sala? Como o professor pode lidar com essa questão no trabalho com microcontos?
NATALIA No Twitter é possível apagar um tuíte anterior, mas isso não é bem visto segundo as regras de etiqueta na rede ["netiqueta"]. Ele foi pensado para ser usado em tempo real, e a edição, a modificação ou a correção de textos é feita na vista de todos e fica documentada, tuíte por tuíte. Trata-se de uma plataforma que nos desnuda em nossa construção como escritores. Há quem a use com menos imediatismo e pense muito antes de escrever (editam os textos off-line ou passam muito tempo com a janela do Twitter aberta), outros que apagam os tuítes e outros que não se importam em desnudar a própria escrita para os outros. Se o objetivo é que sejamos conscientes da construção de um texto e de como o modificamos, o Twitter permite fazer isso interagindo com outras pessoas, mas em vez de o fazermos em uma lousa, utilizamos uma plataforma distinta. Se trabalharmos todos juntos construindo um microrrelato de 140 caracteres, podemos editar em conjunto.
MIRTA Ter um interlocutor que não é o professor e que comenta o tuíte, dizendo se entendeu ou não, se causou riso, se compreendeu o contrário do que o autor quis dizer, isso é uma grande vantagem pedagógica.

Nas redes sociais o autor tem uma grande liberdade. Como o professor orienta a produção de texto sem mudar essa prática social?
MIRTA A escola, em alguns momentos, tem que transformar certas condições de circulação e produção dos gêneros justamente para poder estudá-los. Mas, por que isso seria perder a liberdade de autor? Trata-se de uma orientação para que o autor-aluno tenha liberdade de expressar com precisão o que quer dizer.

Quanto à socialização do conteúdo, a publicação na internet basta ou o professor deve criar outras estratégias de divulgação, como a produção de murais na escola?
NATALIA É possível criar outras estratégias de divulgação. Mas, se um mural for criado na escola, é preciso deixar espaço para comentários ou interações, porque senão é como ter um livro na biblioteca com as cinco últimas páginas faltando: vai faltar algo construtivo, que faz com que ele não seja mais um livro.
MIRTA Vamos imaginar uma "semana de Twitter" sobre um assunto de interesse, como por exemplo, o uso do pátio no recreio, onde alunos, professores e funcionários intervêm. Nesse caso, algum grupo poderia tirar conclusões a respeito do assunto e publicá-las para toda a escola. Mas se a situação refere-se a um blog sobre os livros mais recomendados pelos alunos, dando outro exemplo, para que seria necessário publicá-lo em papel? Tudo depende da situação e do gênero trabalhado.

A maioria dos livros didáticos não traz informações sobre essas novas formas de produção de texto. Quais materiais de apoio teórico estão disponíveis para o professor?
NATALIA Os livros não precisam trazer informações sobre "o que é o Twitter", mas sobre o que podemos fazer com ele. Dois aspectos são importantes nesse caso: o técnico e o criativo. O técnico está no Google. Publicar um tuíte não é muito diferente de mandar uma mensagem de texto. Já o criativo pode estar em um livro que fale sobre como escrever um conto, como escrever histórias curtas, que aspectos precisam estar presentes em um texto para gerar mistério, tensão, ironia, poesia. O Twitter é uma plataforma que deve ser usada para se escrever textos com diferentes funções (informar, narrar, fazer rir, fazer pensar). Os novos discursos são construções, na maioria das vezes, baseadas em identidades prévias, das quais nos apropriamos e as modificamos para criar algo novo, mas nunca é completamente novo. Da mesma forma que uma carta e um email são duas variedades do gênero epistolar e um blog pode ser uma variação do gênero diário, da autobiografia ou até mesmo do ensaio, um tuíte é um microrrelato construído em uma nova plataforma, que permite outras possibilidades de interação.


domingo, 22 de maio de 2011

Novas Tecnologias na Sala de aula

Em tempos hodiernos, as novas tecnologias tem tomado conta de várias instâncias, sobretudo a sala de aula, uma vez que todas as pessoas estão em constante contato com algum aparato tecnológico. Nesse sentido, é interessante se pensar em novas formas/metodologias de ensino-aprendizagem na sala de aula a partir do uso das novas tecnologias, sobretudo a Internet, de modo que a interatividade e o caráter sócio-cognitivo que as ferramentas possuem, juntamente com o aspecto colaborativo, possam permear  novas formas de aprendizado e sociabilidade, utilizando os aparatos de modo consciente e proveitoso.
Como exemplo, segue abaixo uma matéria sobre uma escola em Porto Alegre a qual utiliza o IPAD na sala de aula.

Os alunos de 3 a 6 anos matriculados na educação infantil do Colégio Israelita Brasileira, em Porto Alegre, são alfabetizados com ajuda dos tablets iPad. Cerca de 130 crianças têm aulas semanais com o aparelho.
As atividades são propostas de forma individual, em dupla ou em grupo de até quatro pessoas. O iPad foi escolhido pela instituição, segundo a coordenação, pela facilidade no manuseio e seleção das informações na tela através do sistema touch screen, pela diversidade de aplicativos e softwares disponíveis para uso pedagógico e pela tela multitoque, que facilita as trocas entre os alunos.

A coordenadora pedagógica de educação infantil do Israelita, Ana Margarida Chiavaro Machado, afirmou que o Projeto iPad na Sala de Aula está atrelado à proposta curricular da instituição de ensino. "Com brincadeiras, jogos e outros aplicativos atingimos todos os tipos de alunos. As crianças estão muito acostumadas com o touch, por isso há facilidade de aprendizagem."
Com os tablets as crianças aprendem a fazer o traçado dos números, têm atividades com as próprias fotos e nomes, entre outras.
Para Ana Margarida, ao mesmo tempo que o Ipad ajuda a alfabetizar favorece, entre outros fatores, a interação, curiosidade, trabalho em grupo, coordenação motora e trocas afetivas entre as crianças. O objetivo, segundo a coordenadora, é expandir o projeto para os alunos dos ensinos fundamental e médio.